O consumo da comunidade LGBTQIA+, conhecido como “Pink Money”, movimenta um mercado global avaliado em cerca de US$ 4,7 trilhões em 2022, segundo a LGBT Capital. A data de 28 de junho, Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+, remete à Revolta de Stonewall, em 1969, em Nova York, marco da luta por direitos.
O conceito do “Pink Money”, que significa “dinheiro rosa”, ganhou relevância global após se consolidar nos Estados Unidos na década de 1980 e chegar ao Brasil nos anos 2000. Esse poder de compra influenciou tendências de mercado e estratégias de empresas. Estudos indicam que, em alguns recortes, casais homoafetivos apresentam renda média superior à de famílias heterossexuais.
A crescente visibilidade econômica do segmento gerou a incorporação da diversidade nas estratégias de consumo e marketing. Contudo, o movimento também provocou o debate sobre o “Pink Washing”, prática em que marcas utilizam o apoio à comunidade de forma superficial, sem ações consistentes de inclusão.
Em resposta, foram criadas iniciativas como o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, fundado em 2013. O Fórum reúne empresas signatárias de uma carta com “Dez Compromissos da Empresa com a Promoção dos Direitos LGBTI+”, visando promover respeito nos ambientes de trabalho e nas cadeias de negócios.

