O presidente eleito, Abelardo de la Espriella, assume a presidência de um país com pelo menos oito focos de violência ativos em diversas regiões. Ele herda um cenário complexo, com grupos ilegais e negociações paralisadas, apesar de ter prometido mão dura.
A proposta do presidente de recuperar a segurança em 90 dias, prometida durante a campanha, mostra-se distante da realidade que ele receberá em 7 de agosto. Segundo a análise, o discurso eleitoral difere do quadro nacional.
O país conta com pelo menos cinco grupos ilegais que possuem mais de 27.000 integrantes. Além disso, há nove mesas de negociação suspensas e os cultivos de coca continuam em crescimento, segundo dados apresentados.


