A Rússia lançou drones e mísseis contra Kiev, capital da Ucrânia, na madrugada de 2 de julho de 2026. O ataque resultou em pelo menos 13 mortos e 90 feridos, segundo o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. O líder ucraniano relatou a destruição em mais de 20 pontos da cidade e solicitou ações dos Estados Unidos.
Zelensky informou que as equipes de resgate removeram os escombros após os bombardeios. Os ataques atingiram principalmente edifícios residenciais, mas também causaram danos a uma base de ambulâncias, um instituto de pesquisa, um hotel e estabelecimentos comerciais. O presidente lamentou as mortes e assegurou assistência aos feridos.
O líder ucraniano declarou que a Rússia empregou mais de 70 mísseis, metade balísticos, e 500 drones, incluindo modelos Shahed. A ofensiva também alcançou as cidades de Sumy, Dnipro, Zaporizhzhia e Cherkasy. Zelensky, que estava na Irlanda, retornou imediatamente a Kiev após tomar conhecimento dos ataques.
O presidente cobrou dos Estados Unidos uma decisão sobre licenças para mísseis Patriot. Ele afirmou que tais medidas são cruciais para deter o conflito e prevenir novos ataques, reforçando que o fornecimento de equipamentos de defesa aérea é prioridade absoluta.

