Milhões de pessoas devem participar das homenagens fúnebres ao líder supremo iraniano, Ali Khamenei, falecido em 28 de fevereiro. Analistas apontam que a cerimônia servirá para demonstrar quem detém o comando do país após os ataques de Estados Unidos e Israel.
As autoridades iranianas utilizam as homenagens para transmitir uma mensagem de força e continuidade do regime, apesar dos bombardeios sofridos. Segundo um analista internacional, o objetivo é mostrar que a teocracia permanece intacta e desafia as potências militares.
A principal incerteza reside na aparição pública de Mojtaba Khamenei, filho do líder e sucessor. Sua presença legitimaria o poder perante o povo iraniano e projetaria força na região. A ausência, por outro lado, intensificaria dúvidas sobre a liderança.
O analista também comentou que a Guarda Revolucionária iraniana saiu fortalecida nos combates recentes, o que reforça a estrutura da ditadura iraniana. O líder falecido havia afirmado que “a ditadura continua”, apesar da perda de seu líder supremo.


