A inflação de experiências, conhecida como ‘funflation’, expandiu-se do lazer presencial para o doméstico, forçando consumidores a reduzir gastos com entretenimento. Dados mostram que o consumidor médio diminuiu despesas em junho, com a queda mais acentuada entre jovens e millennials.
O fenômeno, que inicialmente afetou shows e eventos, agora pressiona orçamentos devido a reajustes de gigantes como Amazon, Apple e Netflix. Economistas apontam que a ‘funflation voltou em 2026’, observada agora no lazer dentro de casa, além de viagens e entretenimento.
Empresas de tecnologia anunciaram aumentos de preços em dispositivos no fim de junho. A Apple reconheceu que a notícia “não será bem recebida” pelos consumidores. A Microsoft, por sua vez, afirmou que os videogames estão se tornando inacessíveis para parte do público, e anunciou demissões na divisão Xbox.
Os serviços de streaming também sofreram com a ‘streamflation’. Dados do Departamento de Estatísticas do Trabalho dos EUA indicam que o custo de assinatura de vídeos e videogames cresceu 53% desde o início de 2019. Em contrapartida, os livros de lazer tiveram queda de 4% no mesmo período.


