O futebol brasileiro se desenvolveu historicamente a partir de uma cultura de jogo, e não de sistemas táticos. A prática antiga envolvia dribles em ruas irregulares e a influência de mestres como Moreira da Silva.
Naquele período, o aprendizado dos atletas ocorria em ambientes desafiadores, como ruas esburacadas. Os jogadores desenvolviam a habilidade de chutar sem sofrer acidentes com o paralelepípedo. Além disso, ouviam os breques caracterizados pela ginga de Moreira da Silva.
O texto afirma que o jogo antigo era movido pela alma, e não apenas pela bola. Essa característica explica o estilo de jogo conhecido como “folha seca” de Didi, onde a bola apresentava mudanças bruscas de comportamento no ataque adversário.

