A Justiça revogou a prisão preventiva do sargento da Polícia Militar, investigado por suspeita de envolvimento na morte da cantora Ruthetty, em Belém. O militar foi solto nesta sexta-feira (3), após um pedido de revogação protocolado pela defesa. A cantora foi encontrada morta em dezembro de 2025 no bairro da Marambaia.
O sargento, que estava detido no Batalhão Especial Penitenciário (BEP) há cerca de 30 dias, foi liberado conforme confirmou o advogado da defesa. Segundo o defensor, o pedido de revogação foi feito no dia 10 de junho, após uma acareação entre os envolvidos no caso.
O advogado afirmou que não havia indícios ou provas de autoria que ligassem o militar ao crime. A morte da cantora ocorreu em 3 de dezembro de 2025. A investigação segue sob sigilo, conduzida pela Delegacia de Enfrentamento ao Feminicídio e Outras Mortes Violentas em Função de Gênero (Defem).
Em abril deste ano, a Polícia Civil prendeu em flagrante o principal suspeito de matar a cantora. O homem foi detido em Mosqueiro, em Belém, por tráfico de drogas. Na ocasião, agentes encontraram na mochila do suspeito substâncias análogas a cocaína e oxi, além de dinheiro.

