Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Anvisa diz que anéis inteligentes não diagnosticam doenças
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Anvisa diz que anéis inteligentes não diagnosticam doenças

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de agosto de 2026 19:35
Carla Fernandes
Tempo: 2 min.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou, nesta sexta-feira (28), que relógios e anéis inteligentes não substituem exames médicos nem a avaliação de profissionais. Segundo o órgão, os resultados exibidos por esses aparelhos não devem orientar diagnósticos ou a alteração de tratamentos de saúde.

A orientação ocorre devido à oferta de dispositivos que prometem acompanhar diversos parâmetros do organismo. A Anvisa informou que, atualmente, não existem smartwatches ou anéis inteligentes autorizados para realizar a medição de oximetria ou de glicose de forma não invasiva.

De acordo com a agência, as informações dos aparelhos não servem para confirmar ou descartar doenças, nem para definir a troca de medicamentos. Um alerta emitido pelo dispositivo não comprova que o usuário esteja doente, assim como um resultado normal não descarta problemas de saúde.

O órgão alertou para o risco de imprecisões em parâmetros usados para decisões clínicas. No caso da glicemia, uma medição incorreta pode levar ao uso de doses inadequadas de insulina.

Produtos voltados apenas para bem-estar ou apoio esportivo não são considerados dispositivos médicos e não precisam de regularização, desde que não meçam parâmetros fisiológicos de uso clínico. A exigência de registro torna-se obrigatória quando o equipamento mede pressão arterial, realiza eletrocardiogramas ou identifica ritmos cardíacos irregulares.

Nessas situações, a segurança e o desempenho do produto devem ser comprovados antes da venda no País, mesmo que o fabricante classifique a função como lazer ou esporte. A agência explicou que, em muitos casos, a regularização recai sobre o software ou aplicativo que processa os dados dos sensores, e não sobre o aparelho físico.

Notícia Anterior Mercado de trabalho abre 58,6 mil vagas em julho
Próximo notícia Mendonça suspende julgamento sobre tributação de lucros da Vale
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta