As bolsas europeias encerraram o pregão de segunda-feira, 10, sem um movimento direcional claro. A indecisão se deve à falta de um acordo sobre a reabertura do Estreito de Ormuz, rota vital para o transporte de petróleo comercializado globalmente.
Os índices europeus apresentaram variações distintas. Em Londres, o FTSE 100 registrou queda de 0,35%, fechando em 10.862,50 pontos. Em contraste, o DAX, de Frankfurt, subiu 0,14%, atingindo 26.355,07 pontos. Paris viu o CAC 40 avançar 0,13%, enquanto Milão e Madri registraram leves baixas, com o FTSE MIB caindo 0,10% e o Ibex 35, 0,16%.
Os fatores geopolíticos dominaram o mercado, mantendo a incerteza sobre o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial. Entre os destaques, o subíndice de tecnologia do Stoxx 600 subiu 1,08%, impulsionado por empresas como ASML, que avançou 1,28% em Amsterdã.
Por outro lado, houve pressão vendedora em setores específicos. A Imperial Brand cedeu 5,30% após informar que cortará milhares de empregos na Europa e nos EUA. Além disso, a Vistry Group caiu mais de 11% após a Allianz Trade reduzir drasticamente a cobertura de seguro de crédito para fornecedores da construtora britânica.


