Flávio Bolsonaro afirmou que, se eleito, dialogará com o governador de Minas Gerais para tratar da dívida estadual. O senador disse que a União deve apoiar os estados, independentemente do alinhamento político, e defendeu um endurecimento de penas.
O político declarou em Belo Horizonte que o presidente da República deve ajudar o Estado, pois o povo mineiro não pode ser prejudicado por divergências ideológicas. Ele atribuiu ao governo anterior medidas que, segundo ele, evitaram a insolvência do estado.
Bolsonaro reiterou a defesa de uma política de segurança que ele classificou como “padrão Bukele”, referindo-se ao presidente de El Salvador. As propostas incluem a criação de mais de 500 mil vagas no sistema prisional e o dobro de presídios federais.
O candidato também defendeu um novo tipo penal para membros de organizações criminosas, que seriam classificados como “narcoterroristas”. Alfredo Gaspar, seu vice, será o responsável, segundo ele, pelo combate ao crime organizado e pela defesa dos aposentados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

