A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) subiu de 81,9% em junho para 82,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em julho, informou o Banco Central (BC) nesta segunda-feira (31). Em valores nominais, o montante passou de R$ 10,809 trilhões para R$ 10,947 trilhões no período.
A DBGG engloba as contas do governo federal, além dos governos estaduais e municipais, mas exclui o BC e as empresas estatais. O indicador serve como referência para agências globais de classificação de risco avaliarem a capacidade de solvência do Brasil, sendo que dívidas maiores elevam o risco de calote.
Já a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP), que considera as reservas internacionais do país, registrou alta de 68,5% do PIB em junho para 69,1% em julho. O valor total atingiu R$ 9,165 trilhões.
Pelos critérios do Fundo Monetário Internacional (FMI), a DBGG apresentou oscilação, caindo de 95,8% do PIB em junho para 95,4% no mês seguinte.
O maior nível registrado na série histórica ocorreu em dezembro de 2020, quando a dívida chegou a 87,6% do PIB em razão das medidas fiscais adotadas no início da pandemia de covid-19. O menor patamar foi atingido em dezembro de 2013, com 51,5% do PIB.


