A Johnson & Johnson (NYSE:JNJ) está cotada a US$ 261,81, próxima de sua máxima de 52 semanas, US$ 274,90. A empresa, líder em saúde diversificada, apresenta fundamentos robustos, mas a avaliação atual gera cautela entre analistas.
A companhia, que atua em áreas como oncologia e cirurgia, viu sua ação subir 54,82% no último ano. Esse desempenho foi impulsionado por um pipeline de produtos e a expectativa de desmembramento da DePuy Synthes. Em 2026, a receita do primeiro trimestre atingiu US$ 24,06 bilhões, com o segundo trimestre alcançando US$ 25,3 bilhões, segundo dados da empresa.
A administração elevou a meta anual de vendas para US$ 101,1 bilhões e o EPS reportado para US$ 11,68. O CEO, Joaquin Duato, afirmou que há ‘linha de visão para crescimento de dois dígitos até o final da década’. No entanto, o caso pessimista aponta que o P/E ajustado de 30 está acima da faixa histórica, e o crescimento trimestral de lucros foi de -0,9% em relação ao ano anterior.
Analistas sugerem que a posição de ‘hold’ é adequada, pois o dinheiro fácil do recente aumento de preço já foi realizado. Para investidores, aguardar uma correção para a faixa de US$ 230 ou um sinal claro na revisão de negócios de dezembro de 2026 pode ser uma abordagem mais cautelosa.


