Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Leonardo Rizzo critica carga tributária e atuação do STF
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Leonardo Rizzo critica carga tributária e atuação do STF

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de agosto de 2026 14:15
Carla Fernandes
Tempo: 3 min.

O empresário Leonardo Rizzo, primeiro suplente na candidatura de Gustavo Gayer (PL) ao Senado por Goiás, afirmou nesta sexta-feira (28) que a carga tributária brasileira reduz o poder de compra da população. Em entrevista, ele relacionou a perda de renda ao tamanho da máquina pública e aos tributos embutidos no consumo.

Rizzo alegou que a tributação sobre alimentos chega a 55% e a da gasolina atinge 60%. Segundo ele, o Estado gasta mais do que arrecada para manter privilégios dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, que classificou como os mais caros do mundo. O candidato defendeu que o eleitor questione esses custos no momento do voto.

O economista apontou a insegurança jurídica como o principal obstáculo para empreendedores no Brasil. Ele atribuiu o problema a decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e a interpretações divergentes da lei. Para Rizzo, o cenário é resultado de um Senado fragilizado, que permitiria ao STF atuar de forma diferente se houvesse maior força política na casa.

O suplente defendeu a implementação de limites de mandato para ministros do STF. Ele argumentou que a permanência por décadas no cargo gera riscos de “familiocracia” e apadrinhamento, citando a possibilidade de formação de grupos de interesse quando parentes de ministros atuam como advogados.

Sobre a gestão parlamentar, Rizzo criticou deputados e senadores que assumem o mérito por emendas destinadas a municípios. Ele afirmou que a transferência de recursos é uma obrigação do Estado e não um favor dos políticos. Também sugeriu que partidos adotem sabatinas internas para selecionar candidatos, prática utilizada pelo partido Novo, onde já foi filiado.

Questionado sobre a proposta do governo federal de criar um programa de renegociação de dívidas para clubes de futebol, nos moldes do Desenrola, o dirigente do Vila Nova classificou a ideia como “piada”. Ele afirmou que clubes não precisam de apoio estatal por possuírem incentivos e isenções, defendendo que a recuperação financeira depende de gestão própria.

Sobre as casas de apostas on-line, Rizzo defendeu a regulamentação do setor em vez da proibição. Ele sugeriu que o governo estabeleça regras de idade mínima e restrições para pessoas com renda alta, visando disciplinar a atividade para evitar o endividamento da população.

Notícia Anterior Lula adia uso de TariFlávio em propaganda eleitoral
Próximo notícia Criança morre após árvore cair sobre casa em Porto Alegre
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta