Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a sessão desta quarta-feira (26) com alta de 0,24%, aos 177.900 pontos. O movimento acompanhou a sexta alta consecutiva do Ibovespa, que avançou 0,01% para fechar em 174.586,26 pontos, apesar da perda de força ao longo do pregão.
O mercado foi impulsionado inicialmente pela deflação de 0,40% registrada pelo IPCA-15. No entanto, a virada dos juros futuros limitou os ganhos. No fechamento, as ações de bancos e da Petrobras subiram, enquanto a Vale recuou. No cenário externo, Wall Street registrou queda após a divulgação de dados do PIB e do PCE dos Estados Unidos.
Para esta quinta-feira (27), a atenção dos operadores se volta para a divulgação da taxa de desemprego no Brasil e para os resultados da Nvidia. O desempenho de bancos, Vale e Petrobras, somado ao comportamento dos juros futuros, indicará se o fluxo comprador será mantido ou se haverá uma correção nos preços.
A análise técnica do gráfico de 15 minutos indica que os compradores mantêm vantagem no curto prazo, com o índice operando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para a continuidade da alta, é necessário superar a resistência entre 178.045 e 179.135 pontos, o que pode levar o contrato aos 180.450 pontos.
Caso ocorra a retomada da baixa, o suporte principal está na faixa de 177.645 a 176.910 pontos. A perda desse nível pode abrir caminho para que o índice recue até os 173.875 pontos. No gráfico diário, o contrato segue ganhando força compradora, com o IFR de 14 períodos posicionado em 58,78 pontos.
No gráfico de 60 minutos, o mini-índice permanece acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Para novos avanços, o volume deve superar a resistência em 180.170 pontos, visando alvos até 186.960 pontos. O suporte para evitar a queda nesta escala situa-se entre 176.910 e 173.875 pontos.


