Os contratos de minidólar (WDOU26), com vencimento em setembro, fecharam a sessão desta quarta-feira (27) com alta de 0,31%, aos 5.167 pontos. O movimento acompanhou a valorização da moeda norte-americana perante divisas emergentes e a repercussão de projeções da Nvidia e do simpósio de Jackson Hole no exterior.
O dólar à vista também avançou 0,21%, cotado a R$ 5,1641. No cenário interno, o Banco Central realizou a operação conhecida como “casadão”, que consistiu na venda de US$ 1 bilhão no mercado à vista e a compra de valor equivalente no mercado futuro.
Investidores monitoram o déficit em transações correntes, que veio acima do esperado, e o investimento direto, que ficou abaixo da projeção. Para esta sexta-feira (28), a expectativa de volatilidade no câmbio está concentrada no discurso de Kevin Warsh, em Jackson Hole, sobre os juros dos Estados Unidos.
A análise técnica do gráfico de 15 minutos indica que o contrato superou a resistência do canal de baixa, embora precise de confirmação para sustentar a recuperação. O ativo terminou a sessão entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, sugerindo equilíbrio no curtíssimo prazo.
Para a continuidade da alta, o mercado observa a superação da resistência entre 5.170,5 e 5.179,5 pontos, com alvos possíveis em até 5.250 pontos. Em sentido oposto, a perda do suporte em 5.164/5.148 pontos pode levar o minidólar aos 5.122,5 pontos.
No gráfico diário, o ativo permanece em movimentação lateral e abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. O Índice de Força Relativa (IFR 14) está em 48,96 pontos, o que posiciona o contrato em zona neutra, sem indicar sobrecompra ou sobrevenda.


