Mulheres que entraram em Ceuta, enclave espanhol no Norte da África, no dia trinta de julho, relatam que o assédio sexual dificulta a espera por registro. As autoridades informam que entre cinco mil e oito mil pessoas permanecem no local, mais de duas semanas após uma travessia massiva de morocanos.
As mulheres que chegaram ao enclave, como parte de uma travessia migratória em massa, contaram sobre os riscos enfrentados. Elas afirmaram que as dificuldades de dormir em locais abertos, enquanto aguardam o registro, são agravadas pela ameaça e pelo medo de serem assediadas sexualmente.
De acordo com as autoridades, o enclave ainda abriga entre cinco mil e oito mil pessoas. Este número é registrado mais de quinze dias depois de uma movimentação fronteiriça que envolveu setenta e dois mil pessoas vindas de Marrocos.
A situação em Ceuta permanece sob atenção, com a população aguardando procedimentos de registro e enfrentando condições de moradia precárias.

