O Paysandu garantiu a classificação para o quadrangular da Série C do Campeonato Brasileiro, mas encerrou a primeira fase com um dos piores índices de eficiência ofensiva da competição. Segundo dados do Sofascore, o time precisou de aproximadamente 11,1 finalizações para marcar um gol ao longo de 19 partidas.
A equipe acumulou cerca de 289 chutes na etapa inicial, com uma média de 15,2 tentativas por jogo. Apesar do volume, apenas 9% dessas finalizações terminaram em gol, totalizando 26 vezes o fundo da rede.
O desempenho coloca o clube paraense abaixo de outras equipes no ranking de eficiência. O Brusque lidera a lista, precisando de 7,9 chutes para marcar. Botafogo-PB (8,4), Guarani (9,1), Maringá FC (9,2), Ypiranga FC (9,4) e Inter de Limeira (10,4) também apresentam índices superiores aos do Paysandu.
A dificuldade de conversão ficou evidente no último jogo, neste sábado, contra o Maringá. O time finalizou 17 vezes, mas apenas cinco tentativas foram em direção ao gol. A partida terminou com derrota por 1 a 0.
O contraste com o líder do levantamento é de 3,2 finalizações a menos por gol marcado. O volume ofensivo foi mantido, mas a baixa precisão torna-se um ponto de atenção para a segunda fase da competição, onde os jogos tendem a ser mais equilibrados.


