Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Psicóloga orienta como diferenciar estresse de ansiedade e burnout
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Psicóloga orienta como diferenciar estresse de ansiedade e burnout

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de agosto de 2026 12:55
Carla Fernandes
Tempo: 2 min.

A psicóloga Daise Rodrigues alertou, nesta quinta-feira (27), que a ansiedade exige atenção profissional quando deixa de ser passageira e passa a comprometer o sono, a concentração, o desempenho no trabalho e os relacionamentos. A orientação ocorre no Dia do Psicólogo para ajudar a distinguir reações naturais de quadros patológicos.

O estresse é descrito pela especialista como uma resposta natural do organismo a situações que exigem adaptação. O sinal de alerta surge quando essa reação se torna frequente e intensa, prejudicando o funcionamento diário da pessoa. Entre os sintomas estão a irritabilidade, a falta de energia, o desânimo e a perda de interesse por atividades anteriormente prazerosas.

Manifestações físicas também acompanham a ansiedade. A psicóloga citou a tensão muscular, a aceleração dos batimentos cardíacos e a sensação permanente de alerta. Já o burnout possui características ligadas ao contexto profissional, envolvendo exaustão intensa, queda de rendimento e distanciamento emocional das atividades laborais.

Daise Rodrigues afirmou que não se deve normalizar o sofrimento ou o esgotamento na rotina de trabalho. Segundo a profissional, a diferença entre uma fase de pressão e um quadro grave está na persistência dos sintomas e no impacto causado na vida cotidiana, especialmente quando o sofrimento limita atividades e relações.

O acompanhamento psicológico não deve ocorrer apenas em crises, mas também de forma preventiva para ajudar no reconhecimento de limites e no desenvolvimento de estratégias contra a pressão. A especialista disse que buscar atendimento não significa necessariamente estar doente, podendo servir para lidar com conflitos e processos de autoconhecimento.

No ambiente corporativo, a atenção deve ser coletiva. Instituições e empresas possuem papel relevante na criação de espaços saudáveis, com diálogo e respeito aos limites dos trabalhadores. A medida é considerada essencial em profissões marcadas por alta responsabilidade, onde quem cuida de terceiros também necessita de apoio para evitar o esgotamento.

Notícia Anterior Diarreia recorrente pode indicar doença inflamatória intestinal
Próximo notícia Cinco carros elétricos custam menos de R$ 140 mil no Brasil
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta