Durante o Rally do Sertões, a organização emprega monitoramento em tempo real e dois helicópteros de resgate para atender ocorrências em áreas remotas. A meta é chegar a acidentes graves em até dez minutos, mesmo em trechos sem referências convencionais.
A operação médica conta com trinta profissionais, incluindo dez médicos e dezessete enfermeiros. São utilizados dezesseis caminhonetes em pontos estratégicos, além de duas UTIs móveis terrestres e duas UTIs aéreas. Em um único dia, a área de cobertura pode atingir cerca de 400 quilômetros.
Edgar Fabre, diretor técnico do Sertões, explica que os helicópteros são posicionados a cerca de oitenta quilômetros de distância em um percurso linear. Cada aeronave cobre um raio de aproximadamente 40 quilômetros, garantindo o tempo de resposta rápido para emergências mais sérias.
Um sistema de rastreamento acompanha os veículos, funcionando como um monitoramento contínuo. O piloto pode acionar um botão amarelo para problemas mecânicos ou um alerta vermelho para emergências médicas. A central também identifica paradas não sinalizadas, entrando em contato com o competidor.
Jorge Vigorito, chefe da equipe médica, relatou que motociclistas demandam o maior número de atendimentos. A estrutura de apoio não se limita aos competidores; equipes também prestam assistência a moradores de regiões isoladas ao longo do percurso.


