O Rio de Janeiro exige respostas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) após três acidentes com helicópteros resultarem em 13 mortes em 2026. O prefeito Eduardo Cavalieri cobrou maior rigor na fiscalização da ANAC após a queda de uma aeronave no Maciço da Tijuca, no último final de semana.
Os incidentes ocorreram em datas distintas: em 17 de janeiro, um militar da Força Aérea Brasileira (FAB), um capitão do Corpo de Bombeiros e um instrutor de voo morreram após a queda de um helicóptero em Guaratiba. Poucos meses depois, em 14 de junho, seis pessoas morreram após a colisão de dois helicópteros no Recreio dos Bandeirantes.
O mais recente acidente, ocorrido no último sábado, resultou na morte de quatro pessoas, incluindo o piloto, após a queda de um helicóptero próximo à Vista Chinesa, no Maciço da Tijuca. O Corpo de Bombeiros informou que todos estavam carbonizados pela explosão.
No local, o prefeito Eduardo Cavalieri cobrou maior atuação da ANAC na fiscalização das aeronaves. Ele relembrou os casos recentes e defendeu a suspensão temporária dos voos panorâmicos, atividade turística comum na cidade.

