A Liga Nacional de Basquete Feminino (WNBA) não considerou seriamente as declarações de Enes Kanter e Royce White sobre participarem do Draft de 2027. Segundo uma fonte ligada à liga, as movimentações dos ex-jogadores do NBA buscam semear divisão e caos.
A questão sobre atletas transgêneros no basquete feminino ganhou novo rumo com a manifestação de Enes Kanter, ex-jogador do NBA, sobre sua intenção de jogar na WNBA. Royce White, também ex-jogador, seguiu o mesmo caminho e anunciou planos de concorrer à presidência em 2028.
Khristina Williams, especialista em basquete feminino da Forbes, informou que a WNBA não está tratando as declarações de Kanter e White com seriedade. A fonte ligada à liga afirmou que os atos são tentativas de “semear divisão e caos” por parte de “atores de má-fé”.
O caso coloca pressão sobre a WNBA para esclarecer o Regulamento Coletivo de Trabalho (CBA), que não define parâmetros para quem é considerada uma jogadora elegível. Kanter afirmou que usará todos os meios legais se for negada uma oportunidade na WNBA.
Na carreira do NBA, Kanter atuou como pivô por onze temporadas, com média de 11,2 pontos e 7,8 rebotes. White foi selecionado na 15ª posição do Draft de 2009 pelos Houston Rockets, mas não jogou pela franquia devido a problemas de ansiedade.

