A Apple lança em setembro a Siri AI, nova versão de sua assistente digital integrada ao sistema iOS 27. A ferramenta utiliza inteligência artificial para analisar o contexto do aparelho, vasculhando e-mails, mensagens, notas e galeria de fotos para oferecer respostas e sugestões personalizadas aos usuários.
O desenvolvimento da nova assistente envolveu um acordo de US$ 1 bilhão por ano com o Google para a integração do modelo Gemini. Com base nessa tecnologia, a empresa criou quatro inteligências artificiais: duas que operam localmente no dispositivo e duas via nuvem. A estrutura permite que a Siri AI identifique e descreva conteúdos que aparecem na tela do aparelho, conectando-os a dados da web.
A interação com a ferramenta agora ocorre por voz, por uma barra de pesquisa localizada na Ilha Dinâmica ou através de um aplicativo próprio, similar ao ChatGPT. O app permite a centralização de ações, como a organização de compromissos na agenda com base em preferências extraídas de mensagens trocadas entre o usuário e terceiros.
Testes com a versão preliminar indicam que a Siri AI possui integração limitada com o WhatsApp, não conseguindo buscar mensagens dentro do aplicativo da Meta. A ferramenta também exige a alteração da região do aparelho para os Estados Unidos para funcionar, já que a versão em inglês precede o lançamento em português.
As conversas e comandos de voz ficam registrados no aplicativo da assistente, sendo excluídos automaticamente a cada 30 dias, embora o aprendizado da IA seja preservado. O tempo de resposta varia entre instantâneo, em tarefas simples, e alguns segundos em operações mais complexas.

