A candidata a deputada federal pelo Novo em Goiás, Manu Pádua, rompeu com o candidato ao governo Wilder Morais (PL) e declarou apoio ao governador e candidato à reeleição Daniel Vilela (MDB). Em vídeo, ela citou compromissos não cumpridos por Wilder. É o segundo nome do partido a migrar nesta quarta-feira (30).
Manu Pádua afirmou que a coligação Goiás que Cresce, liderada por Wilder, firmou acordo com um candidato a governo que não teria sido cumprido. “Nós temos uma chapa onde são 12 homens e seis mulheres candidatas a deputados federais no partido Novo, e nós tínhamos uma coligação que se chama Goiás que Cresce. Dentro dessa coligação, foi firmado um acordo com um candidato a governo e não foi cumprido a parte dele”, disse.
A candidata disse ainda que tem pessoas a pagar, possivelmente cabos eleitorais contratados para a campanha, e classificou a apontada falta de repasses como “falta de palavra e caráter” de Wilder. “Então, hoje eu retiro o meu apoio do candidato a governo, Wilder Morais, e declaro o meu apoio ao candidato Daniel Vilela do MDB, número 15. Por este fato, porque não cumpriu com o que havia prometido dentro do partido”, afirmou.
Mais cedo, o também candidato a deputado federal pelo Novo, Lucas Brás, declarou rompimento com o projeto de Wilder. Representante da região Noroeste de Goiânia, Brás afirmou que “não vai caminhar com quem não tem palavra”, referindo-se a compromissos não cumpridos por Wilder. “Ele não cumpriu o que foi tratado. Não atende ligação, não dá retorno. Ele não é acessível, não gosta de gente. Eu sou candidato, represento a região Noroeste e até hoje não consegui falar com ele”, disse.
O PL estadual informou, por nota, que “o PL nacional não fez o pagamento de uma das parcelas pré-acordadas que seria destinada aos candidatos proporcionais”.


