Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Cirurgiã explica indicações e riscos do lifting facial
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Cirurgiã explica indicações e riscos do lifting facial

Carla Fernandes
Última atualização: 4 de setembro de 2026 14:48
Carla Fernandes
Tempo: 2 min.

A ritidoplastia, conhecida como lifting facial, tem registrado aumento de procura por mulheres a partir dos 45 anos, idade em que cosméticos e bioestimuladores de colágeno costumam perder a eficácia na sustentação da pele. O procedimento reposiciona tecidos e remove o excesso de pele do rosto e, ocasionalmente, do pescoço.

A cirurgiã plástica Larissa Sumodjo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), afirma que a indicação da cirurgia não depende apenas da idade. A decisão deve considerar o grau de flacidez, a qualidade da pele, a estrutura facial e as condições de saúde da paciente, permitindo abordagens distintas para pessoas da mesma idade.

A médica explica que tratamentos não cirúrgicos, como lasers, radiofrequência e ultrassom, melhoram a qualidade da pele, mas não substituem a cirurgia quando há queda acentuada dos tecidos. A técnica deve ser planejada conforme o formato do rosto, podendo envolver o trabalho em planos profundos ou o uso de pontos internos para reforçar a sustentação.

Sobre o minilifting, a especialista informa que a técnica de menor extensão é indicada apenas para casos de flacidez inicial e pele firme. Em situações de flacidez maior, são necessários descolamentos mais amplos e cirurgias extensas para que o resultado seja satisfatório.

Para evitar a aparência de rosto esticado, as técnicas atuais focam no reposicionamento dos tecidos profundos, evitando que a tensão recaia apenas sobre a pele. Segundo a cirurgiã, a tração deve ser feita com delicadeza para melhorar o contorno sem alterar a identidade da paciente.

A recuperação concentra o maior inchaço entre o segundo e o quarto dia, com redução progressiva após sete ou 10 dias. O formato do rosto pode apresentar mudanças no primeiro mês e o resultado final evolui por até seis meses. O retorno às atividades varia conforme a extensão da cirurgia e a resposta individual de cada organismo.

Notícia Anterior Prefeito de Barcelona encerra visita oficial a Kiev
Próximo notícia Influenciadoras sugerem looks para fugir do básico no Rock in Rio
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta