Embora coração, rins e órgãos do metabolismo pareçam funcionar de forma independente, eles estão profundamente conectados. A doença renal crônica (ERC) tem entre seus principais fatores de risco a diabetes, a hipertensão e doenças cardiovasculares, como a insuficiência cardíaca, além de histórico familiar de problemas renais.
A relação entre esses órgãos é tão estreita que especialistas alertam: quem tem doença cardiovascular precisa monitorar a saúde dos rins e vice-versa. A ERC, muitas vezes silenciosa, pode evoluir sem sintomas até estágios avançados.
Diabetes e hipertensão, duas condições comuns entre brasileiros, estão no topo da lista de causas da doença renal. A insuficiência cardíaca, por sua vez, reduz o fluxo sanguíneo para os rins, o que pode acelerar a perda de função renal.
Antecedentes familiares de doença renal também aumentam o risco, o que reforça a importância do histórico clínico na avaliação médica. O diagnóstico precoce, feito por exames de sangue e urina, é essencial para retardar a progressão da doença.
Especialistas recomendam que pacientes com esses fatores de risco façam acompanhamento regular com nefrologista e mantenham hábitos saudáveis, como controle da pressão, da glicemia e da alimentação.


