O Ministério da Fazenda estimou, em nota divulgada nesta quinta-feira (17), que o reajuste do Bolsa Família terá um impacto de R$ 5,8 bilhões nas contas públicas em 2026 e de R$ 22,7 bilhões anuais em 2027 e 2028. A medida, publicada no Diário Oficial da União, entra em vigor em outubro.
O valor mínimo do benefício, que era de R$ 600 desde agosto de 2022, subirá para R$ 691. O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, informou que o aumento de 15% elevou o valor médio do benefício de R$ 675 para R$ 777.
A pasta da Fazenda defendeu que o ajuste fiscal atual permite a recomposição da inflação no programa. A pasta afirmou que a medida não prejudicará o cumprimento das metas de resultado primário.
O Benefício Complementar será de até R$ 691 para famílias com renda total abaixo desse patamar. Já o Benefício de Renda de Cidadania será de R$ 164 por integrante.
A nova tabela inclui o Benefício Primeira Infância, de R$ 173 para crianças com até sete anos incompletos, e o Benefício Variável Familiar, de R$ 58 por integrante que se enquadre nas normas do regulamento.


