Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Ibovespa sobe 3,05% e volta a mirar recorde de 200 mil pontos
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Ibovespa sobe 3,05% e volta a mirar recorde de 200 mil pontos

Carla Fernandes
Última atualização: 3 de setembro de 2026 06:46
Carla Fernandes
Tempo: 2 min.

O Ibovespa fechou nesta quarta-feira (2) aos 185.205 pontos, com alta de 3,05%, completando a 11ª sessão consecutiva de valorização. O movimento coloca o índice novamente no radar da máxima histórica de 199.354 pontos, impulsionado pela melhora do fluxo de capital estrangeiro e pela valorização de ações de alta liquidez.

A recuperação do índice é liderada pelas chamadas blue chips, empresas maiores e com maior volume de negociação. Segundo Rafael Perretti, economista e analista da Clear, investidores internacionais priorizam papéis líquidos para montar e desmontar posições. Setores de mineração, petróleo, energia e bancos são os principais beneficiados, com destaque para a Vale, Petrobras e Banco do Brasil, que subiu 5,54% no último pregão.

Paralelamente ao fluxo externo, a queda nos contratos de juros futuros e a valorização do real podem expandir a alta para outros setores. André Moraes, chairman da BFR Investimentos, afirmou que a continuidade desse movimento favorece empresas sensíveis ao custo do crédito, como varejistas, construtoras e administradoras de shopping centers.

Empresas estatais também apresentam volatilidade devido ao cenário político. Moraes explicou que Petrobras e Banco do Brasil podem ganhar espaço conforme o mercado precifica expectativas para a política econômica a partir de 2027, embora respondam intensamente a novas pesquisas eleitorais.

A valorização de small caps, empresas de menor porte, dependeria de uma tendência de alta mais prolongada. Perretti informou que esses papéis seguem descontados, mas são mais voláteis e dependentes de uma melhora consistente no ambiente doméstico para atrair capital.

A manutenção do rali depende agora da estabilidade da curva de juros, do comportamento dos juros nos Estados Unidos e da política fiscal brasileira. Perretti classificou o endividamento público como o fator decisivo para que o capital estrangeiro permaneça no país a longo prazo.

Notícia Anterior Índices futuros dos EUA sobem nesta quinta-feira
Próximo notícia ABCPública lança guia de transparência para publicidade governamental
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta