Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Juiz nega remoção de jurado em julgamento de mãe nos EUA
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Juiz nega remoção de jurado em julgamento de mãe nos EUA

Carla Fernandes
Última atualização: 3 de setembro de 2026 19:44
Carla Fernandes
Tempo: 2 min.

O juiz William Sullivan rejeitou, nesta quinta-feira (3), o pedido da defesa de Lindsay Clancy para retirar um jurado do julgamento por homicídio de seus três filhos em Massachusetts, nos Estados Unidos. A decisão ocorre após a defesa alegar que o membro do grupo estaria impedindo a chegada a um veredito unânime.

O advogado principal da ré, Kevin Reddington, afirmou que o jurado em questão estaria ignorando as instruções sobre o padrão de dúvida razoável, critério necessário para a condenação. O grupo já deliberou por cerca de 36 horas, permanecendo em impasse durante mais da metade desse período.

Sullivan interrogou cada jurado individualmente na sala do tribunal e reiterou as instruções sobre as provas. O magistrado declarou que dispensar um jurado durante a fase de deliberação é uma tarefa delicada, motivo pelo qual considerou a medida inapropriada. As sessões serão retomadas nesta sexta-feira (4).

Clancy, de 36 anos, é acusada de estrangular as crianças com faixas elásticas de exercício em janeiro de 2023. A defesa sustenta que a ex-enfermeira obstétrica sofria de psicose pós-parto e ouvia vozes que a incitavam a matar os filhos e a si mesma. Os promotores, porém, argumentam que o crime foi planejado friamente.

Caso o júri, composto por nove mulheres e três homens, não chegue a um consenso, o julgamento será anulado. Nessa hipótese, as acusações permaneceriam e a ré continuaria internada, cabendo aos promotores decidir por um novo julgamento com outro grupo de jurados.

Se condenada por homicídio em primeiro grau, a mulher enfrenta prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. Caso seja considerada inocente por motivo de insanidade, a sentença prevê a internação em instituição psiquiátrica estadual de segurança máxima.

Notícia Anterior Governo de Goiás promove feirão de empregos para profissionais 40+
Próximo notícia Goiânia altera trânsito para desfile de 7 de Setembro
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta