O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a primeira-dama, Janja da Silva, abriram o desfile cívico-militar do 7 de Setembro em Brasília nesta segunda-feira (7). O casal utilizou o Rolls-Royce presidencial conversível para a cerimônia na Esplanada dos Ministérios, em ato que buscou associar a data à defesa da soberania brasileira.
A aparição no veículo, modelo utilizado por presidentes desde 1953, repete a dinâmica de 2023, 2024 e 2025. Janja da Silva acompanhou o presidente no carro, como já havia ocorrido em 2023 e 2025, diferindo de 2024, quando Lula desfilou sozinho devido a uma viagem internacional da primeira-dama.
O evento teve início às 9h com a participação de alunos de escolas públicas. A programação incluiu eixos temáticos sobre soberania nacional, combate ao feminicídio e a Copa do Mundo Feminina de 2027, além da presença do personagem Zé Gotinha, representante das campanhas de vacinação contra a poliomielite.
A solenidade contou com desfile de tropas a pé das Forças Armadas, da Polícia Militar do Distrito Federal e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. A sequência incluiu viaturas militares, apresentação do Batalhão de Polícia do Exército, tropas montadas a cavalo e o encerramento com a Esquadrilha da Fumaça e aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB).
A organização do 7 de Setembro custou R$ 5,74 milhões. O montante representa um aumento de 33,2% em relação a 2025 e de 33,5% comparado a 2024. O governo adotou um formato mais comedido para a celebração devido ao período eleitoral, com o objetivo de evitar questionamentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

