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Mansão de R$ 220 milhões no Leblon começa a ser demolida

Carla Fernandes
Última atualização: 4 de setembro de 2026 15:44
Carla Fernandes
Tempo: 2 min.

A mansão avaliada em R$ 220 milhões, apontada como a mais cara do Brasil, começou a ser demolida nesta sexta-feira (4) no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro. O imóvel, localizado no Jardim Pernambuco, será substituído pelo Estância Pernambuco, um condomínio fechado composto por dez casas de alto padrão.

O projeto da incorporadora Mozak já teve sete unidades vendidas, com preços que variam de R$ 24 milhões a R$ 42 milhões. Restam três casas disponíveis. Os lotes possuem entre 900m² e 1.800m², dimensões superiores à média de 500m² da região, com a característica de serem terrenos planos.

As máquinas iniciaram a derrubada da estrutura remanescente hoje. Nos últimos quatro meses, os proprietários retiraram móveis, obras de arte, o sistema de refrigeração e mais de 70 janelas. Um leilão on-line oferece 1.681 itens do casarão, incluindo o portão de ferro da entrada principal, com lance mínimo de R$ 30 mil.

Outros itens do leilão incluem o corrimão da escadaria principal por R$ 2.200, conjuntos de portas e janelas por R$ 8 mil e vasos sanitários por mil reais. Há ainda luminárias a partir de R$ 320 e fotos da demolição geradas por inteligência artificial vendidas por R$ 1.

Os compradores das novas unidades são brasileiros, em maioria cariocas, entre eles advogados e empresários do mercado financeiro e do agronegócio. O condomínio terá academia, campo de futebol, quadra de beach tennis, parquinho e espaço para caminhada.

As construções serão personalizadas com projetos do arquiteto Thiago Bernardes. O condomínio contará com segurança reforçada, com três portões até a entrada de cada residência. A previsão é que o processo de demolição, que inclui a piscina e o heliponto, dure três meses.

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