Uma moderna usina de reciclagem usa máquinas com sensores ópticos, imãs e jatos de ar para separar plástico, latas e embalagens em segundos. O processo, que antes dependia de triagem manual, agora é feito de forma automática e precisa, como mostra a reportagem.
Uma garrafa de água de plástico entra em uma esteira ao lado de um brik, uma lata, uma tampa e vários outros recipientes. Durante um tempo, eles seguem juntos. Depois, em questão de segundos, um é expulso por um jato de ar, outro é atraído por um imã e um terceiro é desviado após ser identificado por um sensor óptico que reconhece o material.
O movimento é um desfile ensaiado. Por trás de cada etapa, há uma máquina que identifica o tipo de resíduo e o encaminha para o destino correto. A tecnologia reduz a necessidade de trabalho manual e aumenta a velocidade da triagem.
A reportagem, assinada por Jaime Ripa, com coordenação editorial de Juan Antonio Carbajo e Francis Pachá, traz ilustrações de Belén Daza e desenvolvimento de Rodolfo Mata. O conteúdo mostra o percurso dos materiais desde a esteira até a separação final.
O sistema combina diferentes tecnologias para classificar os resíduos. Sensores ópticos identificam a composição de cada embalagem, enquanto imãs capturam metais ferrosos e jatos de ar direcionam os demais materiais para os compartimentos corretos.
A iniciativa reflete um movimento mais amplo do setor de reciclagem, que busca modernizar suas operações para lidar com volumes crescentes de resíduos e atender a metas ambientais mais rígidas.

