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Mini-índice sobe 0,50% e tenta confirmar reação do contrato

Carla Fernandes
Última atualização: 30 de setembro de 2026 07:47
Carla Fernandes
Tempo: 5 min.

Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (29/09) em alta de 0,50%, aos 184.950 pontos, refletindo a tentativa de recuperação do Ibovespa, que avançou 0,46%, aos 183.827,59 pontos, após quatro quedas consecutivas. O índice passou a maior parte da sessão no campo negativo e reagiu apenas na reta final, ainda sob elevada incerteza eleitoral.

No exterior, Wall Street recuou com os Treasuries oscilando e a confiança do consumidor norte-americano em queda. No Brasil, os juros futuros cederam, enquanto o desemprego de 5,3% e a criação de 165.827 vagas formais reforçaram a força do mercado de trabalho. Bancos e Petrobras (PETR3; PETR4) sustentaram a Bolsa, apesar das perdas de Vale (VALE3) e das siderúrgicas.

Para os traders de mini-índice, o foco nesta quarta-feira estará na inflação ao produtor e no resultado primário brasileiro, além do PIB final do segundo trimestre e dos dados de emprego dos Estados Unidos. A reação da curva de juros e dos bancos aos indicadores domésticos será importante para medir a continuidade da recuperação. Vale, Petrobras e o comportamento das commodities também poderão influenciar o contrato, enquanto o noticiário eleitoral deverá manter a volatilidade elevada.

No gráfico de 15 minutos, o mini-índice encerrou a última sessão no campo positivo e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração favorece uma tentativa de continuidade da recuperação, mas o contrato ainda precisa romper as resistências mais próximas para confirmar maior força compradora. Para seguir em alta, será necessária a superação da resistência em 184.975/185.355 pontos. Caso esse rompimento seja confirmado, o contrato poderá avançar em direção a 185.765/186.545 pontos. O alvo mais longo desse movimento está localizado em 187.245/187.825 pontos.

Para retomar o fluxo de baixa, o mini-índice deverá romper o suporte em 184.625/184.210 pontos. A perda dessa faixa poderá ampliar a pressão vendedora e levar o contrato até 183.560/182.710 pontos. Em uma correção mais prolongada, o próximo objetivo está na região de 181.970/181.265 pontos.

No gráfico diário, o mini-índice voltou a fechar em alta e retomou o fluxo positivo. O principal destaque foi a formação de um martelo, após a recuperação registrada ao longo da sessão. Esse candle pode antecipar um repique, mas ainda necessita de confirmação nas próximas sessões. Apesar da reação, o contrato continua abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Para consolidar uma retomada altista, será necessário recuperar essas médias e superar as resistências em 187.400/191.930/192.115 pontos. Acima dessa região, identifica-se potencial para um avanço em direção a 195.030/199.500 pontos. No cenário de baixa, o primeiro ponto de atenção está no suporte em 182.330 pontos. A perda da faixa de 182.330/176.100 pontos poderá intensificar o movimento vendedor e abrir espaço para os suportes em 167.975/165.280 pontos. O IFR de 14 períodos está em 46,91 pontos, em território neutro e sem indicar condições de sobrecompra ou sobrevenda.

No gráfico de 60 minutos, o mini-índice encerrou a última sessão em alta e acima das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração melhora o cenário de curto prazo, embora a continuidade da recuperação ainda dependa da entrada de volume e do rompimento das resistências seguintes. Para seguir em alta, o contrato deverá superar a região de 185.355/187.245 pontos. Acima dessa faixa, o fluxo comprador poderá ganhar força e levar o mini-índice até 189.355/190.140 pontos. Em um movimento mais amplo, os próximos objetivos estão localizados em 191.060/191.930 pontos. Pelo lado vendedor, acompanha-se a região formada pelas médias e pelo suporte em 183.125/181.970 pontos. A perda dessa faixa poderá intensificar a pressão de baixa e levar o contrato até 178.610/176.100 pontos. Em uma correção mais extensa, o alvo seguinte está situado em 173.875 pontos.

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