A Prefeitura do Rio de Janeiro utiliza uma escala de Estágios Operacionais, numerados de um a cinco, para determinar o nível de atuação de agentes públicos e o funcionamento da cidade. O controle e a divulgação dos níveis são realizados pelo Centro de Operações e Resiliência do Rio de Janeiro (COR-Rio), sediado na Cidade Nova.
As alterações nos estágios ocorrem frequentemente por fatores climáticos, como ventanias e chuvas intensas. Essas condições costumam provocar alagamentos, queda de árvores e congestionamentos, aumentando a complexidade do deslocamento da população.
Eventos de grande circulação também elevam o nível da operação. O Rock in Rio é citado como exemplo recente de circunstância que demanda maior mobilização dos serviços públicos.
Questões de segurança pública podem provocar mudanças na escala. Operações policiais que resultam no fechamento de diversas ruas ou alterações drásticas no ordenamento urbano são fatores que alteram o estágio da cidade.
No primeiro nível, não há mudanças na rotina nem riscos identificados para as próximas horas. O estágio dois indica a previsão de mudanças ou a necessidade de respostas imediatas. Já o estágio três é acionado quando há impactos em parte da cidade que exigem ações integradas.
O nível quatro é aplicado quando a rotina de grande parte da cidade é afetada, demandando respostas complexas e coordenadas. O estágio cinco, nível máximo, ocorre quando os impactos superam a capacidade de resposta comum e exigem recursos extraordinários.


