Sete comunidades autônomas da Espanha apresentam serviços sociais insuficientes e sem garantias para o atendimento de pessoas vulneráveis, conforme o Índice DEC de 2025. O levantamento, realizado pela Associação de Diretoras e Gerentes de Serviços Sociais, indica que as regiões não atingiram a pontuação mínima de cinco pontos em uma escala de dez.
A análise abrange Murcia, Cantabria, Extremadura, Baleares, Comunidade Valenciana, Madrid e Galícia. O índice avalia a organização dos direitos sociais reconhecidos, a destinação de recursos econômicos e a cobertura efetiva das prestações oferecidas por cada localidade.
José Manuel Ramírez Navarro, presidente da entidade responsável pelo relatório, afirmou que a situação deixa 20 milhões de pessoas sem a garantia de serem atendidas adequadamente pelas administrações públicas.
A precariedade afeta principalmente quem enfrenta problemas de convivência, integração, inserção social ou outras formas de vulnerabilidade. O estudo detalha que a insuficiência ocorre tanto na gestão quanto no volume de verbas destinadas aos serviços.
Os dados do Índice DEC de 2025 servem como parâmetro para medir a eficiência da rede de proteção social em território espanhol, expondo a disparidade entre as regiões que conseguiram a pontuação mínima e as sete que foram reprovadas.

