Os eleitores de Santa Catarina escolhem no domingo (4) entre 13 candidatos para as duas vagas do Estado no Senado. Cada eleitor vota em dois nomes, e os dois mais votados se elegem, sem segundo turno. A disputa renova duas das três cadeiras catarinenses.
A terceira cadeira, fora da disputa, é de Jorge Seif (PL), com mandato até 2031. O senador Esperidião Amin (PP) tenta a reeleição na coligação de João Rodrigues (PSD). Do outro lado da direita, o PL lançou dois nomes na chapa de Jorginho Mello: a deputada federal Carol De Toni e Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, que mudou o domicílio eleitoral do Rio de Janeiro para São José em 2025.
A esquerda aposta em Décio Lima (PT), ex-prefeito de Blumenau, na chapa de Gelson Merísio (PSB). A lista completa, na ordem em que aparecerão na urna, inclui ainda Afrânio Boppré (federação Psol-Rede), Ana Lúcia da Silveira Machado (UP), Carol (PCO), Jeferson Rocha (PRD), Joaninha de Oliveira (PSTU), Lunelli (MDB), Marcos Dorval (PSTU), Marlene Soccas (UP) e Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão).
Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro em mandatos seguidos desde 2001, quando se elegeu aos 17 anos, é formado em ciências aeronáuticas. Carol De Toni é advogada e professora universitária, deputada federal desde 2019, a mais votada do Estado em 2022. Presidiu a CCJ da Câmara em 2024 e assumiu a liderança da minoria em 2025.
Décio Lima é advogado e ex-presidente do Sebrae Nacional, ex-prefeito de Blumenau, ex-deputado federal e candidato ao governo em 2022. Amin, senador desde 2019, já ocupou o cargo entre 1991 e 1999, governou Santa Catarina duas vezes e disputou a Presidência em 1994.
Marlene Soccas, da UP, é cirurgiã-dentista aposentada e historiadora, e a candidata mais velha da disputa, aos 92 anos. Afrânio Boppré é economista e professor, vereador de Florianópolis, ex-vice-prefeito da capital e ex-deputado estadual. Lunelli, do MDB, é empresário, deputado estadual e ex-prefeito de Jaraguá do Sul.

