Os museus de pintura e arquitetura do Mosteiro de El Escorial, na Espanha, reabriram ao público nesta quinta-feira (1º) após quase uma década fechados. A reabertura foi anunciada pela Patrimônio Nacional, que apresentou um acervo com cerca de cem pinturas, incluindo 21 obras nunca antes exibidas de forma permanente.
O conjunto monumental é historicamente associado a Felipe II, que ordenou sua construção. No entanto, monarcas posteriores da dinastia dos Austrias e também os Borbones ampliaram o legado do chamado rei Prudente, segundo a Patrimônio Nacional.
Entre os nomes expostos estão Tiziano, Tintoretto, Veronés, Van der Weyden, Lucas Jordán e Ribera. A seleção reúne cem pinturas, das quais 21 não haviam sido mostradas de forma permanente antes.
A reabertura marca o retorno do público a um dos principais acervos artísticos ligados à monarquia espanhola. O mosteiro, declarado Patrimônio Mundial, fica na comunidade de Madri.
Os museus estavam fechados para reformas e reorganização do acervo. A Patrimônio Nacional não informou se haverá mudanças na bilheteria ou nos horários de visitação.


