Os candidatos à Presidência que disputarão o segundo turno no dia 25 divergem sobre o comércio internacional. Flávio propõe alinhamento com os Estados Unidos, enquanto Lula defende o multilateralismo. A relação comercial com os americanos é o grande assunto do setor no Brasil, mas as campanhas têm poucas propostas sobre o tema.
No governo Javier Milei, mais de 32 mil empresas fecharam na Argentina, segundo dados citados na apuração. O impacto sobre os Estados Unidos foi limitado — as vendas totais até cresceram, puxadas pela China. Mas a relação comercial com os americanos domina o debate do comércio exterior no Brasil.
Flávio, candidato alinhado aos EUA, defende uma aproximação comercial com o país. Lula, por sua vez, prega o multilateralismo como caminho para as negociações internacionais. As posições opostas marcam as campanhas para o segundo turno.
As propostas específicas sobre o tema, no entanto, são escassas. Nem Flávio nem Lula apresentaram planos detalhados para o comércio exterior até o momento. A ausência de projetos contrasta com a importância do assunto para a economia brasileira.
O segundo turno está marcado para o próximo dia 25. A disputa ocorre em um cenário de incertezas no comércio global, com a Argentina enfrentando uma crise que fechou milhares de empresas e os EUA buscando redefinir suas parcerias comerciais.
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