O Fluminense enfrenta um prejuízo estimado em 20% das receitas com a suspensão do patrocínio da casa de apostas Superbet e teme dificuldades para pagar os salários dos jogadores. A diretoria admite que a situação não é confortável, mas tenta manter os pagamentos em dia por meio de acordos com o elenco.
O clube admite que a situação não é confortável, com perda estimada de 20% das receitas, mas tenta manter os salários e direitos de imagem em dia. Há relatos de atrasos de alguns valores aos atletas.
Nos bastidores, a diretoria sabe que tem uma folha salarial elevada nos últimos anos e tenta honrá-la, através de alguns acordos com o elenco, como em relação a férias, luvas e imagem.
O Fluminense espera que os recursos das bets voltem a ser liberados e vai ao STF recorrer como outros clubes. A ideia é evitar venda de jogadores além do necessário.
A venda da SAF, por sua vez, segue estacionada. O clube negocia valores, mas está longe de ter um acordo com o investidor ligado ao banco BTG. O BTG, aliás, tem papel importante na infraestrutura financeira de cerca de 70% do mercado de apostas reguladas no Brasil.
A venda da SAF ainda é prioridade no Fluminense para não deixar Flamengo, Palmeiras e agora o Vasco e outras SAFs sobrarem em termos de investimento. O alerta ligado em relação ao futuro tem objetivo de equacionar a dívida do clube e poder ter um aporte para se manter competitivo na Série A. A tendência ainda é que a SAF avance até o fim do ano.


