Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Fundos imobiliários miram data centers com renda de longo prazo
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Fundos imobiliários miram data centers com renda de longo prazo

Carla Fernandes
Última atualização: 7 de outubro de 2026 13:22
Carla Fernandes
Tempo: 3 min.

A AZ Quest Panorama estruturou um fundo imobiliário temático para financiar data centers da Scala, com captação de R$ 482 milhões na primeira emissão de cotas. A Alianza, por sua vez, mantém no radar a possibilidade de transformar seus ativos do setor em um veículo próprio. O movimento ocorre em meio à regulamentação do Redata.

O fundo AZ Quest Panorama Data Centers (AZDC) foi desenhado para oferecer ao investidor exposição ao setor sem assumir diretamente os riscos de desenvolvimento de um novo data center, segundo o gestor Marcos Freitas. A estrutura envolve a aquisição de ativos da Scala, que permanece como locatária por meio de contratos de longo prazo.

A Scala opera 13 unidades no Brasil, com cerca de 200 MW instalados, e é controlada pela DigitalBridge. A remuneração do fundo parte de IPCA + 9,5% ao ano no cenário de permanência até o décimo ano e pode chegar a IPCA + 10,5% em determinadas hipóteses de recompra antecipada.

O fundo captou R$ 482 milhões e reuniu mais de 7 mil investidores. “A gente achou que seria interessante levar para o mercado um produto temático desse setor, que pudesse dar um pouco para o investidor a sensação de que ele está participando do segmento, mas com ativo real”, afirmou Freitas.

A Alianza segue estratégia diferente. O sócio Fabio Carvalho disse que o interesse no spin-off dos ativos de data center ainda existe, mas depende de melhora nas condições de mercado. “O interesse do spin-off ainda existe, mas em um momento de juros mais baixo, pra conseguir evoluir com outro ativos”, comentou.

Carvalho explicou que os projetos estão ficando cada vez maiores. “Antigamente tinham data centers médios, que eram de R$ 200 milhões, agora você tem um médio de R$ 700 milhões, isso é um negócio enorme”, disse. A gestora avalia alternativas para participar de projetos maiores sem comprar 100% dos ativos.

Segundo ele, há contratos com mais de uma década restante e novos ativos poderiam ser adquiridos com contratos de 15 ou até 20 anos. A Associação Brasileira de Data Centers (ABDC) estima investimentos de R$ 500 bilhões no país até 2030, com a capacidade instalada saindo de 730 MW para 3,2 GW.

Notícia Anterior Jaguar lança Type 01, seu primeiro carro novo em oito anos
Próximo notícia Mega-Sena tem 14 vencedores da quina em São Paulo
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta