A França enfrenta uma crise ampla, com greves de servidores públicos, barricadas em escolas secundárias, portos bloqueados e turbulência fiscal, a poucos meses das eleições presidenciais. A onda de protestos atinge ruas, bolsas de valores e repartições públicas, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (7).
Servidores públicos estão em greve, escolas secundárias amanheceram com barricadas e portos seguem bloqueados em diversas regiões do país. A paralisação atinge também o orçamento, com taxas de juros dos títulos públicos em espiral.
O cenário é descrito como uma cascata de perturbações, não um surto isolado de agitação. Há temores de uma tomada de poder pela extrema direita no pleito previsto para os próximos meses.
A “rentrée” francesa, período de volta às aulas e ao trabalho, tem sido tudo menos ordeira, segundo a apuração. Os protestos ocorrem de forma simultânea em diferentes setores, pressionando o governo.
Até o momento, não há informações oficiais sobre negociações entre as partes ou medidas para conter a crise. A matéria original é exclusiva para assinantes, e o acesso completo depende de cadastro no veículo que a publicou.


