Aos 26 anos, Klara Castanho completa duas décadas de carreira em 2026. Em entrevista à revista ELA, a atriz afirma que busca personagens que despertem curiosidade e conta que recebeu a ‘bênção’ de Maiara para interpretá-la no filme ‘Marília’, sobre a vida da cantora Marília Mendonça.
Klara começou a atuar aos cinco anos de idade. Hoje, ela diz preservar da menina que iniciou diante das câmeras o entusiasmo de estar em um set. “Sou apaixonada pelo meu ofício e poder exercê-lo é o que sempre vai fazer meus olhos brilharem”, conta.
A forma de escolher personagens mudou ao longo dos anos. A atriz passou a procurar histórias que despertem não apenas seu interesse, mas também sua curiosidade sobre os caminhos que a narrativa pode tomar. “Eu busco histórias que me cativem, que despertem em mim, também, a curiosidade pelo que vai vir na história”, afirma.
Em ‘Marília’, Klara interpreta Maiara, da dupla com Maraisa e uma das amigas próximas de Marília Mendonça. A atriz diz que imaginava como seria para a própria Maiara assistir à representação de sua trajetória. “Imagino que seja muito curioso pensar que alguém está reproduzindo desde as coisas simples até as mais complexas da sua personalidade”, diz.
A preparação incluiu contato com pessoas próximas às artistas. Klara lembra que trocou mensagens com Maiara quando seu nome foi anunciado no projeto e recebeu autorização para interpretar a personagem. “Trocamos algumas mensagens assim que meu nome foi divulgado no projeto, e recebi a benção para vivê-la”, relata.
Para a atriz, a experiência representou uma mudança na maneira de atuar. “Foi a primeira vez que cheguei em um projeto com a personagem já pronta e que eu só precisava encaixá-la no meu corpo e no meu jeito”, avalia.
Klara vê a fase atual como uma abertura para possibilidades inexploradas. “Sou jovem, mas tenho uma longa estrada que me trouxe até aqui. Sinto que essa nova fase da minha vida, aos 26 anos, abre um leque de opções inexploradas que estou ansiosa para viver”, comenta.
Sobre a privacidade, a atriz afirma que os pais tiveram papel importante em estabelecer limites. “Sempre fui extremamente cuidada e blindada do que não agregava positivamente a mim, pelos meus pais”, explica. “Hoje em dia eu só sigo os passos que eles começaram a trilhar comigo”, conclui.

