A inteligência artificial (IA) aparece de forma discreta nos planos de governo dos candidatos à Presidência Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), ocupando apenas duas páginas em cada documento. As propostas revelam visões distintas sobre o papel da tecnologia no país.
O petista mira na construção de capacidade tecnológica própria e na regulação do setor. Já o filho de Jair Bolsonaro aposta na aplicação da IA no serviço público, na oferta de recursos naturais e em regulação mínima.
Os planos foram analisados pela reportagem, que identificou o tema salpicado ao longo dos textos, sem um capítulo dedicado. A IA é um dos principais temas da agenda econômica global.
No plano de Lula, a proposta de soberania tecnológica aparece ligada à ideia de o país desenvolver suas próprias ferramentas. A regulação é citada como mecanismo para proteger dados e garantir direitos.
Flávio Bolsonaro, por sua vez, defende a liberdade para inovar. O plano prevê o uso da IA para modernizar o Estado e atrair investimentos, com menos amarras regulatórias.
Os documentos não detalham prazos, orçamento ou metas específicas para a área. A abordagem contrasta com a importância que o tema ganhou no debate público e no mercado.
O conteúdo completo da análise é exclusivo para assinantes. Para ter acesso, é necessário fazer cadastro no link da matéria.

