Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Modernização do comércio exterior exige adaptação de profissionais
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Modernização do comércio exterior exige adaptação de profissionais

Carla Fernandes
Última atualização: 1 de outubro de 2026 15:17
Carla Fernandes
Tempo: 2 min.

A modernização do comércio exterior brasileiro, impulsionada pela DUIMP e pela Reforma Tributária, está transformando a dinâmica do setor e exigindo maior adaptação dos profissionais. A mudança envolve desde a adoção de novas tecnologias até o desenvolvimento de competências como pensamento crítico e colaboração, segundo análise da Chief Marketing Officer da eComex, Helenice Sá Silva Lima.

A DUIMP modifica a dinâmica da importação, enquanto a Reforma Tributária reorganiza a lógica dos tributos. Paralelamente, a Aduana avança em direção a modelos baseados em dados, gestão de risco, automação e controle contínuo.

Atividades historicamente concentradas no preenchimento, conferência e transmissão de documentos começam a migrar para uma operação mais integrada e assistida por tecnologia. A tecnologia permite automatizar tarefas repetitivas, cruzar documentos, identificar divergências e apoiar decisões.

A resistência às mudanças pode estar relacionada a diferentes fatores comportamentais. O cérebro humano tende a buscar previsibilidade e a reduzir situações de incerteza. Uma meta-análise publicada na Psychological Bulletin indicou que o estresse agudo pode prejudicar capacidades como memória de trabalho e flexibilidade cognitiva.

William Samuelson e Richard Zeckhauser identificaram o viés do status quo, a tendência de indivíduos favorecerem uma situação já existente. No ambiente corporativo, esse comportamento pode se manifestar na manutenção de processos conhecidos ou no adiamento da adoção de novas práticas.

À medida que sistemas ampliam sua capacidade de executar tarefas previsíveis, atividades que dependem de julgamento, interpretação e interação humana tendem a ganhar maior relevância. Publicações recentes da OCDE destacam que, na era da inteligência artificial, competências como pensamento crítico, capacidade de aprender, autorregulação, empatia, responsabilidade e colaboração continuam relevantes.

As empresas também exercem um papel nesse processo. Ambientes de transformação exigem clareza sobre as mudanças em andamento, definição das capacidades necessárias e condições para aprendizagem e experimentação. Treinamentos pontuais podem contribuir, mas modelos de aprendizagem contínua e conectados à operação tendem a ampliar a capacidade de adaptação das equipes.

Notícia Anterior Sete políticos disputam o governo do Amazonas em 2026
Próximo notícia Dezenove ideias legislativas de cidadãos chegam à CDH com 20 mil apoios Dezenove ideias legislativas de cidadãos chegam à CDH com 20 mil apoios
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta