O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou novamente a suspensão do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, usado para divulgar conteúdos da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão, divulgada nesta terça-feira (13), condiciona o retorno da ferramenta ao cumprimento de exigências relacionadas ao registro eleitoral.
Administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o canal reúne mais de 3 milhões de seguidores e é alvo de disputa judicial entre as campanhas de Lula e do senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno das eleições presidenciais.
A nova determinação prevê que o endereço do canal seja comunicado formalmente à Justiça Eleitoral como meio oficial da campanha, com comprovação do registro no processo. A medida também estabelece o acompanhamento das publicações.
Segundo as informações divulgadas, o mesmo procedimento deverá ser aplicado a canais públicos associados à campanha de Flávio Bolsonaro. A Meta, empresa responsável pelo WhatsApp e pelo Facebook, também deverá monitorar as publicações durante o período eleitoral.
A empresa terá de retirar imediatamente conteúdos que reproduzam materiais já proibidos pelo tribunal. A matéria está em atualização.


