O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estava cadastrado como “usuário master” da conta bancária de uma offshore que também detinha um terço do jato usado por ele em viagem dos Estados Unidos ao Brasil, em janeiro de 2025. A informação consta de relatório da Polícia Federal sobre desvios no INSS. Flávio e o advogado Willer Tomaz negam as acusações.
Quando viajou dos Estados Unidos para o Brasil no jato que tinha como um dos donos Daniel Vorcaro, em janeiro de 2025, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estava cadastrado como “usuário master” da conta bancária de uma empresa que também detinha um terço da aeronave.
A informação consta de uma troca de emails do banco Santander com uma secretária do advogado Willer Tomaz, descrita pela Polícia Federal (PF) em um dos relatórios da investigação sobre os desvios do INSS.
Flávio e Tomaz negam terem tido conta conjunta e dizem que a informação do relatório da PF é falsa.
O relatório integra a apuração que investiga supostos desvios de recursos do INSS. A PF não detalhou se o senador é alvo formal da investigação.


