A indignação com a violação múltipla de uma aluna da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, cresce entre os professores, que elevam as críticas contra a gestão do caso pela instituição. A denúncia foi apresentada em 16 de setembro por fatos ocorridos dois anos antes, reacendendo o debate sobre violência sexual em campi americanos.
As primeiras informações sobre a denúncia, registrada no dia 16 de setembro, indignaram um país cansado de histórias recorrentes de violência e humilhação sofridas por estudantes nos Estados Unidos. Os episódios teriam ocorrido dois anos antes do registro oficial.
Professores da universidade de elite, localizada em Ithaca, no estado de Nova York, passaram a cobrar publicamente mais transparência da administração. As críticas se concentram na forma como a instituição lidou com o caso desde que tomou conhecimento dos fatos.
A universidade ainda não se manifestou oficialmente sobre as novas críticas dos docentes. A apuração indica que a pressão interna aumentou nas últimas semanas, com pedidos de esclarecimento sobre os procedimentos adotados.
O caso ocorre em um momento de atenção nacional para a segurança de estudantes universitárias. Nos últimos anos, relatos de violência sexual em campi americanos levaram a mudanças em políticas institucionais e a protestos em diversas instituições.
Segundo a imprensa local, a denúncia foi apresentada à polícia, mas detalhes sobre o andamento da investigação não foram divulgados. A identidade da aluna não foi revelada.


