A corrida eleitoral teve uma terça-feira simbólica para quem está preocupado com a trajetória fiscal para os próximos anos. Os sinais de aumento do risco para as contas públicas têm crescido nas últimas semanas, depois de um primeiro turno no qual a maior parte do tempo parecia haver um certo consenso de que um ajuste a partir de 2027 estaria a caminho, com a dúvida sendo a dosagem.
Na terça-feira (13), promessas feitas por Flávio e Lula indicaram aumento de risco fiscal e evidenciaram limites políticos para um ajuste das contas públicas. Os sinais de aumento do risco para as contas públicas têm crescido nas últimas semanas.
Depois de um primeiro turno, a maior parte do tempo parecia haver um certo consenso de que um ajuste a partir de 2027 estaria a caminho, com a dúvida sendo a dosagem. Agora, os sinais de aumento do risco para as contas públicas têm crescido.
As promessas eleitorais feitas na terça-feira (13) por Flávio e Lula aumentam o risco fiscal e evidenciam limites políticos para um ajuste. A corrida eleitoral teve uma terça-feira simbólica para quem está preocupado com a trajetória fiscal.
Os sinais de aumento do risco para as contas públicas têm crescido nas últimas semanas, depois de um primeiro turno no qual a maior parte do tempo parecia haver um certo consenso de que um ajuste a partir de 2027 estaria a caminho, com a dúvida sendo a dosagem.

