O Senado terá 18 mulheres a partir de 2027, a maior presença feminina já registrada na Casa. Doze senadoras foram eleitas neste domingo (4) e se juntarão a outras 6 que têm mandato até 2031. As mulheres passarão a ocupar 22% das 81 cadeiras do Senado.
Atualmente, a Casa Alta tem 15 senadoras, o equivalente a 18% do total. A nova composição representa um aumento de 3 cadeiras.
As 12 mulheres eleitas também representam um recorde para uma única eleição ao Senado. A maior marca anterior havia sido registrada em 2002, quando 8 mulheres foram eleitas. Em 2018, última eleição em que 2/3 das cadeiras da Casa estavam em disputa, foram 7.
Foram eleitas representantes por Acre, Alagoas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Roraima e Santa Catarina. O Distrito Federal foi a única unidade da Federação a eleger 2 mulheres para o Senado neste ano: Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL).
As 12 mulheres eleitas para o Senado neste domingo são: Mara Rocha (Republicanos-AC); Marina JHC (PSDB-AL); Rayssa Furlan (Podemos-AP); Luizianne Lins (Rede-CE); Michelle Bolsonaro (PL-DF); Bia Kicis (PL-DF); Gracinha Caiado (União-GO); Marília Campos (PT-MG); Marília Arraes (PDT-PE); Samanda de Lula (PT-RN); Teresa Surita (MDB-RR); Carol de Toni (PL-SC).
As novas senadoras tomarão posse em fevereiro de 2027 e terão mandato de 8 anos, até 2035. Com a nova composição, haverá mulheres representando 15 unidades da Federação no Senado: Acre, Alagoas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí, Mato Grosso do Sul e Tocantins.


