O exame TOEFL, que avalia a proficiência em inglês de não-nativos em contexto acadêmico, tornou-se requisito para quem pretende estudar fora do país, tanto na graduação quanto na pós-graduação. A certificação, aceita por instituições de ensino superior de diferentes países, pode integrar processos de admissão e seleção de estudantes interessados em intercâmbio.
O TOEFL (Test of English as a Foreign Language) mede as habilidades de fala, escrita, leitura e escuta, com foco no uso do idioma em ambientes universitários. A prova é padronizada e foi criada pela ETS (Educational Testing Service), organização americana sem fins lucrativos.
Segundo a representante de Relacionamento com Clientes e Suporte Acadêmico do TOEFL no Brasil, Adiane Blum, é importante fazer uma preparação para os processos de candidatura no exterior. Ela afirmou que os estudantes precisam conhecer as exigências de proficiência estabelecidas pelas instituições e pelos programas pretendidos.
A ideia do exame é que os alunos consigam ler artigos acadêmicos, entender palestras universitárias, escrever ensaios argumentativos e discutir temas complexos oralmente. O TOEFL é utilizado principalmente em universidades americanas e canadenses.
Para quem pretende estudar no Reino Unido ou na Austrália, a alternativa é o exame IELTS. A atividade integrou a programação do congresso científico Encuca, do Ceub, em Brasília, realizado nesta semana.

