O Terminal Hidroviário de Belém recebe até 13 de outubro a Vitrine do Círio, feira com artesanato, biojoias, produtos regionais e artigos religiosos ligados ao Círio de Nazaré. O projeto, promovido pela Companhia de Portos e Hidrovias do Pará (CPH) em parceria com o Sebrae-PA, ocupa o térreo do Armazém 10 e funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h.
A feira foi aberta na segunda-feira (5) e segue até sexta-feira (9), com expositores selecionados apresentando seus trabalhos a moradores, turistas, passageiros e visitantes que circulam pelo espaço. A proposta é aproximar quem produz dos consumidores, criando oportunidade de divulgação para pequenos empreendedores e artesãos paraenses.
Segundo a coordenadora do projeto, a arquiteta Alessandra Rocha, a parceria entre CPH e Sebrae busca aproveitar o movimento do período para ampliar a visibilidade dos expositores. “A Vitrine do Círio é uma parceria que valoriza os pequenos empreendedores, o artesanato e os produtos paraenses especialmente neste período do Círio”, afirmou.
O espaço escolhido tem circulação habitual de até 3,5 mil passageiros por dia e é considerado um dos pontos de conexão entre Belém e outras localidades por meio do transporte hidroviário. A expositora Maria Fernanda Costa, que participa da primeira edição, disse que o Terminal Hidroviário tem “potencial gigantesco” para comportar eventos de pequeno e grande portes.
O momento de maior movimentação será em 10 de outubro, quando o terminal estará integrado à programação do Círio Fluvial. Os Armazéns 9 e 10 ficarão abertos ao público para acompanhar a passagem da procissão pela Baía do Guajará. Por causa da programação religiosa, não haverá atracação de embarcações durante a passagem da Romaria Fluvial.
A feira terá pausa no domingo, 11 de outubro, dia do Círio, e será retomada nos dias 12 e 13 de outubro. O presidente da CPH, Anderson Rocha, convidou o público a conhecer o espaço, “um lugar que preparamos com muito carinho”, disse, para valorizar “os nossos talentos, o nosso artesanato e os empreendedores paraenses”.


